

Bases de Estudo
Neste espaço estão reunidas as bases teóricas que sustentam nossas pesquisas e reflexões. São referenciais que dialogam com a Teoria da Complexidade, a Multirreferencialidade, a Teoria Polilógica e a Prática Freiriana, entre outras perspectivas que ampliam o olhar sobre a educação e a cibercultura. Cada base de estudo é um ponto de partida e também de chegada, onde o conhecimento se renova em diálogo constante com a realidade, a tecnologia e o humano.
Org. Eniel do Espirito Santo
Competências digitais de professores e estudantes: contribuições para a formação emancipatória é um convite ao olhar atento e crítico sobre os desafios da educação na era digital. Mais do que ensinar com tecnologia, trata-se de promover a formação de sujeitos capazes de atuar de forma reflexiva, ética e criativa em contextos integrados às tecnologias. Voltado especialmente para educadores e pesquisadores, este livro reúne estudos e experiências do Brasil e de Portugal que mapeiam competências digitais na educação básica e superior, com base em frameworks como o Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, o DigCompEdu. As análises aqui apresentadas não visam rotular, mas embasar práticas formativas emancipatórias e políticas públicas mais eficazes. Organizada em quatro partes, a obra permite uma leitura fluida, conforme os interesses do leitor, e abre espaço para debates sobre Inteligência Artificial (IA), inclusão digital, formação docente e currículos contemporâneos. Mais do que um manual técnico, este livro é um chamado à ação crítica e emancipatória. Para quem pesquisa, ensina ou atua na formação de professores, oferece subsídios teóricos e práticos para repensar o papel das tecnologias na educação e contribuir com uma formação digital significativa, centrada nas pessoas, no diálogo e no compromisso com a justiça social.
Org. Edméa Santos
Alexandre Chagas
João Batista Bottentuit Jr.
A obra discute como o advento do ChatGPT inaugura uma nova fase na educação e nos provoca a repensar práticas pedagógicas, além de refletir sobre implicações éticas e sociais desse avanço tecnológico. O livro explora e contextualiza diferentes dimensões dessa mudança, trazendo uma análise crítica sobre as relações entre inteligência artificial, cibercultura e os processos educacionais.
Lucia Santaella
A discussão sobre a inteligência das máquinas fragmenta-se em duas posições: os que não hesitam em demonstrar suas incertezas e aqueles que negam categoricamente a Inteligência Artificial (IA). Entre as duas tendências, pesquisadores buscam definições renovadas e não antropocêntricas de inteligência. A inteligência é uma habilidade sobretudo performática, do modo como se age para o alcance de metas, contanto que passe pelo crivo da ética. A partir da escolha da aprendizagem como mola mestra da inteligência, Santaella aborda neste livro a controvérsia entre a inteligência humana e a dos algoritmos, com recortes objetivos, precisos e claros.
UNESCO
A primeira orientação global da UNESCO sobre inteligência artificial generativa (IAGen) na educação pretende apoiar os países na implementação de ações imediatas, no planejamento de políticas de longo prazo e no desenvolvimento da capacidade humana para garantir uma abordagem centrada no ser humano para o uso dessas novas tecnologias, assim como a IAGen.
EDMÉA SANTOS
Trata-se de uma obra criativa pela forma como agrega diferentes linguagens – na primeira parte, a autora narra a sua itinerância implicada com as práticas dos diários online ao longo de sua carreira com a pesquisa-formação na cibercultura. Segue com uma digital storytelling em formato de diário online escrita no Instagram e, numa terceira parte, um relatório científico pedagógico, onde faz uma análise teórica-prática do período de pós-doc na The Ohio States University (OSU), USA, já com um discurso mais académico. O que nos apresenta é aquilo a que poderíamos chamar um Ambiente Pessoal do Investigador (API) que possui enorme potencial reflexivo. No mundo atual da cibercultura, da ciência aberta (CA) e da educação aberta (REA, MOOCs), bem como da imersão forçada no mundo digital a que nos obrigou a pandemia, considerada por alguns a maior “experiência online” jamais realizada, nomeadamente em contexto educacional, o livro de Edméa Santos é um contributo fascinante para nos fazer pensar a docência e a pesquisa atual
Org. Alexandro Braga Vieira
Andressa Caetano Mafezoni
Fabiane Romano de Souza Bridi
“Este livro nos interroga em vários sentidos e nos convida a reflexões complexas, desafiadoras. De forma cuidadosa, ética e questionadora os pesquisadores-autores entram nos meandros da Educação Especial, nos espaços locais, e desdobram tais conhecimentos para os diferentes territórios. Tudo isso encontraremos neste livro problematizador. Aqueles que estudam a temática enredada na presente obra encontrarão estudos de movimentos recentes da área, inclusive de resistências. Esta coletânea interessará a docentes da Educação Básica, profissionais dos sistemas de ensino, alunos de graduação e pós-graduação e docentes em formação continuada. Aguardando por mais ações deste ‘trio’.”
Trecho do prefácio por Prof.ª Dr.ª Denise Meyrelles de Jesus
Org. Suzana Magalhães
Márcio Xavier
Karenne Miracelly
Cristina Novikoff
Neste número da Série Humanis, foi explorado um tema novo, que demanda estudos aprofundados: a Inteligência Artificial. A aplicação prática da Inteligência Artificial no cotidiano está relacionada a diversos elementos, como governança, soberania nacional, políticas públicas, ética, transparência dos dados, segurança, letramentos digitais, entre outros. Dessa forma, faz-se necessário um debate interdisciplinar para o Ensino e a Comunicação, proposta desse volume do Livro Humanis. Os quinze artigos aqui reunidos enfocaram temas relevantes, tais como: impacto da IA no ambiente militar e no sistema de avaliação do DECEx; a utilização da ferramenta de Inteligência Artificial Generativa (IAG), para construir a identidade visual de evento científico.
Org. Cristina d'Ávila
Ana Verena Madeira
Observando lacunas didático-pedagógicas na formação dos docentes universitários, as organizadoras propõem nesta obra caminhos para uma formação continuada desses profissionais. Professores universitários, em geral, provindos de áreas técnicas, não possuem formação pedagógica e isso reverbera em suas práticas e na aprendizagem dos estudantes. Para as organizadoras, a superação desse quadro deve considerar mudança de paradigmas e partir dos saberes da experiência dos profissionais de ensino, dimensão sensível e utilização das linguagens ludo-artísticas no ambiente de ensino e aprendizagem.
Org. Arthur Rezende da Silva
Valéria de Souza Marcelino
“Este livro traz elementos autorais importantes, seja dos pesquisadores que abordaram os procedimentos da ATD, seja por trazerem experiências intensamente vividas com o Prof. Roque Moraes. O modo como os organizadores apresentam o e-book é um convite à leitura. As figuras com precisão marcando as etapas, ilustrações exemplificadoras dos movimentos mostram o zelo dos autores no processo. Sim, se a ATD é um processo ontológico, exige imersão e cuidado.
O livro também traz o estado da arte em teses que formam pesquisadores em que os autores expressam a dialética do movimento de que nada será como está ou será, lembrando de Heráclito. O que chama atenção, também em um viés próximo do que o Prof. Roque Moraes desenvolvia, era o ensejo à escrita, e a segunda parte do livro a isso se dedica. Se a primeira parte estabelece um diálogo com autores que se inserem no aprofundamento desta metodologia, a segunda parte vai trazer o exercício de escrita dos participantes.”
Prof.ª Maria do Carmo Galiazzi
Org. Flavia Rios
Márcia Lima
Com organização de Flavia Rios e Márcia Lima, Por um feminismo afro-latino-americano reúne em um só volume um panorama amplo da obra desta pensadora tão múltipla quanto engajada. São textos produzidos durante um período efervescente que compreende quase duas décadas de história ― de 1979 a 1994 ― e que marca os anseios democráticos do Brasil e de outros países da América Latina e do Caribe. Além dos ensaios já consagrados, fazem parte desse legado artigos de Lélia que saíram na imprensa, entrevistas antológicas, traduções inéditas e escritos dispersos, como a carta endereçada a Chacrinha, o Velho Guerreiro. O livro traz ainda uma introdução crítica e cronologia de vida e obra da autora.









